O objetivo da Operação é desarticular uma quadrilha suspeita de fraudar Declarações do Imposto Sobre a Renda da Pessoa Física (DIRPF) com o intuito de conseguir restituições indevidas. Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Federal, as investigações apontam que uma empresa que fazia a contabilidade de três prefeituras do interior baiano lançava "servidores fantasmas" no sistema para Declaração do Imposto de Renda, resultando no recebimento de restituições indevidas pelos envolvidos na fraude. A Receita Federal estima que a fraude tenha causado prejuízo de mais de R$ 5 milhões aos cofres públicos.
Entre os delitos cometidos estão falsidade de documento público (art. 297 do CPB - Pena de reclusão, de dois a seis anos, e multa); uso de documento falso (art. 304 do CPB - Pena de reclusão, de dois a seis anos, e multa); crimes contra a ordem tributária (Lei 8.137/90); e estelionato (art. 171 CPB - Pena de reclusão, de um a cinco anos, e multa).
(G1 Bahia)



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