Os policiais militares Andreia Regina Bovo Pesseghini e Luis Marcelo Pesseguini, pais de Marcelo, eram padrinhos da filha da balconista Edneide Ferreira, 36, que mora na mesma rua da família assassinada. "Ainda não caiu a ficha. Mas dizer que foi o menino é estranho, fica difícil acreditar", afirmou.
Em mais de 20 anos de convívio com a família, ela diz nunca ter ouvido falar em ameaças ou brigas familiares. "O Marcelinho era um amor, só saia de casa com os pais." Rosimary Teixeira, 50, vizinha da família, diz não acreditar na tese de homicídio seguido de suicídio do garoto.
Segundo ela, Marcelo sonhava em ser policial e teria ganhado uma farda de presente da avó há alguns anos. "Ele sempre quis ser policial. A farda era do tamanhinho dele. Mas ele nunca atiraria em ninguém, muito menos na família", disse.
(Folha de SP)



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