O empresário Guilherme Garrido, que estava no aeroporto por volta das 4h, declarou que ficou assustado com o problema e que a sensação era de caos no local. "Todos ficaram paralisados, sem saber o que fazer. Ninguém imaginava ver o que estava acontecendo", declarou. Garrido ainda disse que sentiu vergonha da situação. "Por ser brasileiro, baiano, fiquei preocupado em passar vergonha agora na Copa [Copa das Confederações]", declarou.
A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) informou que o alagamento ocorreu por conta do aeroporto estar em processo de reforma e, apesar da empresa ter o dever de prever situações do tipo e estar preparada para essas ocorrências, a quantidade de chuva não era esperada. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, a chuva ultrapassou a capacidade de escoamento preparada para o período de obra.
As operações de pouso e decolagem, segundo a assessoria, não chegaram a ser interrompidas durante a madrugada e os voos não registraram atrasos. A Infraero informou ainda que, desde o momento que a empresa tomou conhecimento da ocorrência, uma equipe de funcionários entrou em atividade com o intuito de solucionar o problema e garantir a segurança de todos. A empresa garante que todas as providências estão sendo tomadas para sanar a situação o quanto antes.
(A Tarde)



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